terça-feira, 5 de maio de 2009

Minha Monografia

O desenvolvimento da escrita infantil, a partir de 3 anos.

Me interessei por este tema, por ter trabalhado, durante o ano de 2008, com crianças do grupo 3, e ter observado a forma de representação e entendimento da escrita.

TEMPO: Segundo semestre do ano de 2009.

ESPAÇO: Duas prefeituras e duas creches públicas da cidade de Salvador.

DEFINIÇÃO: É fato que crianças menores que 6 anos já conseguem ter uma idéia e representação da escrita, expressando de forma confusa, mas significativa seus pensamentos. Essa pesquisa pretende investigar como os professores enxergam esse desenvolvimento.

ENUMERAÇÃO: Serão abordados os temas:

- O conceito da escrita infantil;

- O olhar do professor e dos pais sobre a escrita infantil;

- Os estímulos oferecidos para o desenvolvimento da escrita infantil;

- A prática da escrita infantil.

CAUSA E EFEITO: Tudo que fazemos na infância reflete no nosso futuro, portanto, quando uma criança se expressa na escrita, ela esta querendo dizer algo. Por isso ela deve ser estimulada a escrever livremente, quando esse estimulo não ocorre, ela encontra dificuldades futuras, como a criação de frases ou textos.

EXEMPLIFICAÇÃO: Durante uma reunião entre os pais e a professora do grupo 3, ao entregar as atividades feitas em sala a um dos pais, este não observava o que seu filho havia feito, apenas dizia: são só rabiscos. O que fará essa professora:

- Conscientizará este pai e outros que surgirem, sobre o que os alunos fizeram e qual o significado dos rabiscos?

- Concordará com aquele pai, e dirá que aqueles rabiscos servem como um treino para um trabalho futuro?

- Dirá que os pais também devem fazer sua parte para que as crianças desenvolvam mais rápido?

CONCLUSÃO: É a escrita uma das formas de expressão da criança, e esta também deve ser bem estimulada desde a tenra infância, fazendo com que essa criança busque cada vez mais se expressar. Sendo esse trabalho mais uma ferramenta de pesquisa e orientação aos que têm interesse no bom desenvolvimento da escrita infantil.

trabalho do dia 23 ( A Carta da Cidade)

A carta da cidade educadora parti do principio que todos os habitantes tem direitos iguais e que deveriam ser acompanhado pelos municípios com o objetivo de melhorar a qualidade do ensino e de vida do publico na sua região e que estivesse sempre disposto a atender os interesses das classes dos menos desfavorecidos.

O meu projeto vai ser desenvolvido com o tema de Evasão Escolar no Ensino Superior na Universidade Federal da Bahia, tem algumas características com esse documento ou pelo menos alguns pontos que poderia ser utilizado para melhorar o atendimento ao publico alvo que por ser uma instituição de cunho publico, que na maioria das vezes quem ingressa são os indivíduos das classes alta e média tendo pouco acesso para a classe baixa.

As políticas municipais de carácter educativo devem ser sempre entendidas no seu contexto mais amplo inspirado nos princípios de justiça social, de civismo democrático, a qualidade de vida e da promoção dos seus habitantes. ( carta da cidade n- 4) A universidade com a implantação das cotas tem o objetivo de diminuir essa desigualdade social e o governo com bolsa de estudo nas universidades particulares para que esses jovens pudessem ter acesso a educação superior. Porém como sempre para defender as instituições particulares, esse investimento poderia ser distribuído para melhorar a educação no ensino publico.

Sabe-se que só o ingresso nas universidades não muda esse quadro, tem que assegurar a permanência desses jovens que muitas vezes por motivos de trabalho não conseguem manter-se nas universidades. Na universidade Federal Da Bahia existe algumas bolsas de estudo e pesquisa que auxiliam esses estudantes, porém são poucas para atender a grande quantidade de alunos que necessitam.

A cidade deverá procurar que todas as famílias recebam uma formação que lhes permita ajudar os seus filhos a crescerem e a apreenderem num espírito de respeito mútuo.( carta da cidade n – 14). Algumas vezes os pais não tem nenhum tipo de instrução escolar e por este motivo não podem ajudar os seus filhos nesse processo, segundo a carta é papel do município atender a demanda no processo de educação da sua comunidade.


segunda-feira, 4 de maio de 2009



Dicas para fazer
sua monografia

Jornal A TARDE
ON-LINE
29/04/2009


A experiência de uma pós-graduação, seja qual for a modalidade, costuma ser concluída com um trabalho monográfico. Ele é mais extenso e aprofundado, no caso de um doutorado, ou menos complexo, para uma especialização. Porém, de forma geral, os procedimentos são semelhantes e algumas dicas são importantes para obter um bom resultado no final.Em um manual de pesquisa escrito pelo norte-americano Joseph Levine, ele enumera as seguintes etapas para a realização de uma tese: pensando no tema, preparando a proposta, conduzindo a pesquisa, escrevendo o trabalho de pesquisa, compartilhando com outros o resultado da pesquisa e, finalmente, revisando o texto final. O autor ressalta que a hora de escrever é a que mais demanda tempo e atenção. "Esse é o momento quando você realmente precisa estar concentrado. Poder trabalhar no seu texto por longo periodo de tempo sem interrupções é algo realmente importante", ressalta Levine em seu manual.O tempo que você está disposto a dedicar ao projeto é justamente uma recomendação antes de pensar no tema. Se a monografia que deseja fazer demanda mais atenção do que sua disponibilidade, é um problema. Deve-se procurar um assunto que possa ser trabalhado ao longo do limite do curso de pós-graduação. Também é óbvio que o tema precisa despertar interesse."Uma vez escolhido um tema que pouco lhe causa ressonância ou está distante do seu cotidiano, provavelmente será penoso trabalhar com ele. Se, ao contrário, você consegue trabalhar um tema que desperte o seu interesse genuíno, provavelmente seu coração e a razão terminam fisgados por ele", explica Simone Pessoa em seu livro Dissertação Não É Bicho-Papão, da editora Rocco.Conduzindo - Pegar monografias de outras pessoas já começa a poupar o trabalho, pois você pode utilizar uma estrutura semelhante, ajudando a ter uma base para a elaboração da sua. Os mais experientes recomendam começar pelo referencial teórico e metodologia, para só depois trabalhar na introdução e no restante da dissertação."Uma dica no campo psicológico: você precisa estar sempre se motivando, para não desanimar e se entregar à indolência. Para isso, faz-se necessário criar seus próprios rituais ou artifícios. Por exemplo, além do orientador, peça a um amigo para ler o que você vai escrevendo. Provavelmente ele lhe dará a maior força e 'levantará a sua bola'", recomenda Simone Pessoa no seu livro.É importante cultivar uma boa relação com o seu orientador, pois ele é um aliado no processo. "Não se esqueça de que todo relacionamento exige troca. Se você não estiver presente e não participar das orientações, não pode esperar que seu orientador seja a solução para os seus problemas", diz Rachel Polito no livro Superdicas Para Um Trabalho de Conclusão de Curso, da Editora Saraiva.Atenção especial à conclusão: segundo Simone Pessoa, essa é a parte mais lida de uma tese e precisa conter as respostas para problemas levantados na pesquisa, além de expressar a síntese das constatações feitas na monografia. "A dica neste caso é ir resgatando capítulo por capítulo e extraindo as idéias básicas que possam resumir a 'história'. Você deve ter o cuidado de não incluir possíveis aspectos ou inferências não contempladas nos capítulos anteriores", explica a autora.
http://www.atarde.com.br/posgraduacao/noticia.jsf?id=1134868




O Relatório Faure é um documento que traz um pensamento educacional muito interessante para a mudança dos paradigmas existentes na educação. Na carta de apresentação do relatório ao Diretor-Geral da UNESCO, Faure explanou quatro postulados e desses, tem certa relação com o tema pretendido, pois Faure afirma que uma educação formadora das pessoas, cujo advento se torna mais necessário à medida que coações sempre mais duras separam e fragmentam cada ser. Trata-se então de não adquirir de maneira exata, conhecimentos definitivos, mas de preparar para elaborar ao longo de toda a vida, um saber em constante evolução e de aprender a ser. (FAURE, 1972).

A imposição de conhecimentos prontos tem permitido o aumento de alunos com dificuldades de aprendizagem, em estado de inércia, pois o educador não tem sido preparado e também não é lhe dado condições para que possa intervir nessa dificuldade, buscar qual é o ponto precursor deste problema e utilizar artifícios para que essa dificuldade seja banida ou ao menos amenizada.

O Relatório Faure trás ainda como alguns dos seus princípios que:
· Todo o indivíduo deve ter a possibilidade de aprender por toda vida;
· O sistema educacional deverá ser global e aberto para facilitar a mobilidade vertical e horizontal dos alunos;
· Cabe ao ensino adaptar-se aos alunos e não o aluno sujeitar-se às regras pré-estabelecidas.

Com esse último ponto citado anteriormente, encerro essa explanação afirmando que é direito do cidadão ter acesso a aprendizagem e ser respeitado em suas limitações, cabendo a escola, a família e a sociedade respeitar e contribuir no desenvolvimento desse cidadão.

Parágrafo

O parágrafo é constituído por um ou mais de um período, em que é apresentada e desenvolvida uma idéia central, possuindo como suas ramificações as idéias secundárias.
O parágrafo deve ser coeso e desenvolvido a partir de uma idéia central, porém deve-se ter cuidado para não fragmentar as idéias em vários parágrafos.
O parágrafo-padrão é dividido em três partes: a introdução, representada na maioria dos casos por um ou dois períodos curtos iniciais, em que se expressa de maneira sumária e sucinta a idéia-núcleo, mais conhecida como tópico-frasal, o desenvolvimento, que é a explanação dessa idéia-núcleo, e a conclusão.
Além do tópico-frasal, existem outras formas de se iniciar um parágrafo, como por exemplo, a “alusão histórica”, que é um recurso que desperta a curiosidade do leitor, se remete a histórias, lendas, acontecimentos etc, outro exemplo é a “omissão de dados identificados num texto narrativo”, para prender a atenção do leitor durante muito tempo, o autor omite dados necessários para identificação de personagens etc, revelando somente ao final da obra. E como último exemplo tem-se o parágrafo de interrogação, que é iniciar o parágrafo com uma questão e no desenvolvimento responder à pergunta.
Quanto ao desenvolvimento do parágrafo, sabe-se que é a explanação da idéia principal do parágrafo, surgindo com isso vários tipos de se apresentar um parágrafo. São eles: 1) Parágrafo de enumeração ou descrição de detalhes; 2) Confronto, que consiste em estabelecer confronto entre idéias, seres, coisas, fatos ou fenômenos; 3) Analogia e comparação, sendo que a analogia é uma semelhança parcial que sugere uma semelhança oculta, mais completa. Na comparação as semelhanças são reais, sensíveis, utilizando-se sempre de conectivos de comparação ( como, quanto, do que, tal qual); 4) Citação de exemplos; 5) Causação e motivação – segundo Othon só os fatos ou fenômenos físicos têm causa; os atos ou atitudes praticados ou assumidos pelo homem têm razões, motivos ou explicações; 6) Razões e conseqüências; 7) Causa e efeito; 8) Divisão e explanação de idéias em “cadeia”, que significa dividir em duas partes a explicação ou desenvolvimentos da idéia-núcleo; 9) Definição; 10) Narração e; 11) Descrição.
Segundo Garcia, um parágrafo de qualidade deve ser composto de : correção, clareza, concisão, propriedade, coerência e ênfase, sendo que os principais são: unidade, coerência e ênfase, pois se resumem à ordenação, ao entrosamento e ao realce de idéias dentro de um parágrafo.
ERRATA RELATIVA AO RELATO DA AULA DE 30/04:

Quanto à apresentação do dia 30/06, não se trata de responder apenas às questões 03 e 04 dos critérios de habilitação da monografia, mas de apresentar A VERSÃO FINAL DE TODO O TRABALHO DIGITALIZADO + POSTAR NO BLOG + ENVIAR PARA O E-MAIL DO PROFESSOR MIGUEL.

RELATO DA AULA DE 30/04

Na última quinta-feira (30/04), o professor iniciou a aula explanando sobre o trabalho a ser apresentado, no final do semestre - 30/06 - e sobre o nosso calendário a partir de 05/05. Empreendeu uma viagem ao tempo em que almejava (e aprendia para) ser professor do idioma grego, e reportou-se a termos daquela lingua tais como "alfa" e "ômega" (cujos símbolos não é possível reproduzir aqui nesta mídia - pelo que peço desculpas) que, segundo ele, significam princípio e fim.
O professor Miguel foi bastante enfático quanto ao trabalho, para lembrar que não podem faltar os elementos constitutivos como: o brasão da Universidade (pode até ter 02 brasões, o daUFBA e o da FACED), capa, máscara, sumário (que topicaliza introdução, capítulos, referências, etc.), introdução (justificativa), entre outros.
Lembrou também que a monografia deverá atender aos 04 critérios (das perguntas que habilitam a monografia) e que deverão ser apresentados à turma conforme o calendário que segue: D A T A S:

PRIMEIRO MOMENTO

ORGANIZAÇÃO DAS DATAS DAS APRESENTAÇÕES:
DIA 05/05

APRESENTAÇÃO DE MONOGRAFIAS
RESPONDENDOÀS 02 PRIMEIRAS PERGUNTAS: DIAS 07,12,14, 19, 21 e 26/05

SORTEIO PARA EXIBIÇÃO EM POWER POINT
DE 02 OU 03 DOS TRABALHO JÁ APRESENTADOS
ATÉ ENTÃO (Critérios das questões 01 e 02): DIA 26/05

APRESENTAÇÃO EM POWER POINT
DOS TRABALHOS SORTEADOS DIA 28/05

SEGUNDO MOMENTO:

APRESENTAÇÃO DE MONOGRAFIAS
RESPONDENDOÀS 02 ÚLTIMAS PERGUNTAS
: DIAS 02, 04, 09, 16, 18, 25/06

SORTEIO PARA EXIBIÇÃO EM POWER POINT
DE 02 OU 03 DOS TRABALHO JÁ APRESENTADOS
ATÉ ENTÃO (Critérios das questões 03 e 04):
DIA 25/06

APRESENTAÇÃO EM POWER POINT
DOS TRABALHOS SORTEADOS

+ ENTREGA DO TRABALHO NO PAPEL
+ POSTAR NO "BLOG" O TRABALHO
+ ENVIO DO TRABALHO P/ E-MAIL DO PROFESSOR DIA 30/06

O PROFESSOR MIGUEL "PROPÔS" QUE ASSUMISSEMOS O COMPROMISSO DA DISTRIBUIÇÃO DAS APRESENTAÇÕES NAS DATAS DO MÊS DE MAIO (1º E 2º CRITÉRIOS) E JUNHO (3º E 4º CRITÉRIOS) E, PARA TANTO, É PRECISO QUE TODAS AS COLEGAS COMPAREÇAM NO DIA 05/05 PARA QUE CADA QUAL APRESENTE A SUA DISPONIBILIDADE PARA ORGANIZARMOS O CALENDÁRIO DAS APRESENTAÇÕES.

SOLICITA, TAMBÉM, A PARTICIPAÇÃO DE CADA UMA DE NÓS NAS APRESENTAÇÕES DAS DEMAIS COLEGAS DA TURMA, PARA O QUE REPORTOU-SE AO PRINCÍPIO DA AUTONOMIA MORAL.

...Continuando a aula, falei um pouco sobre a apropriação de conceitos do Relatório Faure e da Carta das Cidades para a minha monografia (tarefa já anteriormente solicitada), conforme texto que eu já havia postado na semana passada.
Em seguida, a colega Carol também descreveu sobre a sua própria apropriação de conceitos baseada na Carta das Cidades.

BOA TARDE E ATÉ AMANHÃ!